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03 setembro 2010 | 0 Comentário

Sistema operacional para PCs vai se tornar irrelevante, diz criador do Linux

Para Linus Torvalds, computação na nuvem e celulares são nova fronteira.
Finlandês falou com exclusividade ao G1 durante sua 1ª visita ao Brasil.

O homem responsável por escrever as linhas mais influentes do mundo contemporâneo poderá, enfim, tirar férias no lugar de seus sonhos. “São apenas três dias em Fernando de Noronha, é tempo suficiente?”, pergunta o finlandês Linus Torvalds, 40 anos. As férias haviam começado oficialmente minutos antes, quando ele recebeu os aplausos das cerca de 800 pessoas que acompanharam seu discurso de abertura do LinuxCon 2010, em São Paulo. O evento reuniu programadores, distribuidores e entusiastas do sistema operacional livre Linux.

Torvalds escreveu as primeiras linhas de código de programação do núcleo do Linux em 1991, quando estudava ciências da computação na Universidade de Helsinque. “Era apenas um hobby. Ainda é um hobby, na verdade”, contou Torvalds em entrevista exclusiva ao G1. “O fato de que também é meu trabalho é, para mim, secundário. Eu ainda desenvolvo o Linux não porque me pagam, mas porque é a coisa mais interessante que eu me imagino fazendo.”

Vinte anos depois, o hobby do jovem “hacker”, que queria apenas ver se era capaz de criar seu próprio sistema operacional, é praticamente onipresente. Ele é a base da internet: mais de 50% dos computadores que armazenam e distribuem conteúdo da web utilizam o sistema.

Até quem está longe da Internet acaba tendo, mesmo que indiretamente, contato com a obra de Linus Torvalds. Há desde elevadores a cafeteiras elétricas com controle baseado em Linux. Desde 2006, o programa está nos computadores que fazem o controle do tráfego aéreo nos Estados Unidos. As transações financeiras das bolsas de valores de Nova York, Tóquio, Chicago e Londres, por exemplo, são registradas em supercomputadores rodando Linux – das 100 máquinas mais potentes em operação no mundo, apenas dez usam sistemas diferentes.

Do outro lado do espectro de poder computacional estão os pequenos telefones celulares, que também são capazes de rodar Linux. O Android, sistema criado pelo Google, é baseado em Linux. “Nos EUA, o Android vende mais que o iPhone. Isso facilita no desenvolvimento do sistema, fica mais fácil encontrar pessoas dispostas a criar programas para este formato”, comemora Torvalds.

A telefonia celular é uma chance do Linux, enfim, ser o sistema preferido do usuário comum. Na era dos computadores pessoais, o domínio ficou, claramente, nas mãos da Microsoft. O Windows está em 91% dos PCs. “Isso não importa, em breve o sistema do computador vai se tornar irrelevante”, prevê Torvalds.

Não, Torvalds não aposta na substituição dos computadores tradicionais por máquinas como o iPad da Apple. “Acho inconveniente, é grande demais para colocar no bolso, a não ser que você tenha um bolso bem grande.”

Mas para ele,a irrelevância do sistema operacional passa pelo telefone celular e pela própria internet. “Haverá o celular, onde temos presença forte, e os programas na nuvem, pela internet, acessados pelo navegador. E quem tem mais de 50% dos servidores de web? Nós.”

Pelo modelo, o Linux está registrado sob uma licença de uso especial, conhecida como GPL (sigla para GNU Public License). Escrita pelo ativista e “hacker de todos os hackers” Richard Stallman, a GPL estabelece que o programa deve ser livre para qualquer pessoa possa utilizá-lo e até alterá-lo – desde que, como contrapartida, essa alteração também seja disponibilizada publicamente sob a mesma licença. Pela ética hacker, programas registrados sob GLP são como um presente para a humanidade.

“Há pessoas do mundo inteiro que colaboram para o Linux. Dos Estados Unidos, Alemanha, México… Muita gente do Brasil, inclusive”, diz Torvalds. Da versão atual do kernel do Linux, Torvalds é autor de cerca de 2% do código. “Hoje em dia eu programo pouco, eu acabo organizando o que outras pessoas escrevem. Respondo e-mails o dia inteiro.” A ele resta o controle, a palavra final sobre cada solução de programação proposta para entrar no código do kernel.

O Linux, acredita, já estaria pronto até para continuar evoluindo sem a ajuda de seu criador. “Eventualmente, sim, eu não estarei à frente do desenvolvimento do ‘kernel’ para sempre. Posso ficar doente ou mesmo morrer mergulhando em Fernando de Noronha”, brinca. “Mas há pelo menos 10 pessoas que estão preparadas para assumir meu trabalho a qualquer momento.”

Então por que o finlandês não para e aproveita sua fortuna estimada em US$ 20 milhões para ficar mais do que três dias no arquipélago brasileiro? “Não é que o Linux não pode sobreviver sem mim, eu é que gosto de fazer isso, não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Eu sou apaixonado pelo que faço, e acho que vou continuar assim por muitos e muitos anos.”

Fonte—–>> http://g1.globo.com

03 setembro 2010 | 0 Comentário

Índia quer controlar toda a comunicação via internet

Após conseguir que o fabricante do BlackBerry se desdobrasse para tentar cumprir suas demandas, o Governo indiano propôs agora que suas agências de segurança possam ter acesso a todos os serviços de comunicação pela internet, como os oferecidos por Skype e Google.

A Índia ameaçou a fabricante do BlackBerry, a canadense Research in Motion (RIM), afirmando que poderia bloquear os serviços do dispositivo caso, antes de 31 de agosto, não tivesse garantido acesso a e-mail e chat entre usuários, alegando motivos de segurança.

O Governo informou há três dias que o bloqueio foi adiado por dois meses depois que RIM fez “propostas” para facilitar o acesso de dados aos serviços de inteligência.

“As conversas ainda continuam, temos 60 dias para tentar encontrar uma solução para isto”, disse nesta quarta-feira, em entrevista coletiva televisada, o secretário indiano de Interior, G.K. Pillai, que se negou a dar mais detalhes até que o caso seja encerrado.

Quase um milhão de residentes na Índia têm telefones BlackBerry, e o emergente mercado indiano representa um grande potencial para a RIM, o que reduz a margem de manobra para suas negociações com o Executivo, ao contrário do que acontece em outros países.

Os e-mails enviados pelos BlackBerry são codificados, e o Executivo insistiu, no início, em obter “a chave-mestra” para poder decodificar e ler as mensagens, algo que a companhia assegura que não pode fazer.

Agora o Governo parece querer atacar precisamente sobre este flanco: sua intenção é que os operadores tenham seus servidores na Índia para poder controlar a informação.

Alguns fabricantes de dispositivos móveis que oferecem serviço de e-mail já ficaram atentos, como a Nokia, que garantiu que em 5 de novembro terá servidores no país asiático para facilitar a supervisão da informação.

Pillai reiterou que todas as empresas que venham a oferecer “serviços de comunicação” na Índia deverão ter servidores no país e dar carta branca às agências de segurança.

“Isto foi deixado claro à BlackBerry e a outras companhias”, afirmou o secretário de Interior, sem dar mais detalhes.

Fontes oficiais informaram à agência de notícias “Ians” que isto afeta provedores como Skype ou Gmail (do Google) e todos aqueles que oferecerem chamadas ou chats através da internet.

Uma fonte do Ministério do Interior consultada pela agência Efe insistiu que todas estas companhias deverão garantir acesso às agências de segurança.

“Todas. Está muito claro o que foi dito por Pillai, não há, portanto, nada mais a dizer”, afirmou.

O Executivo se propõe assim a controlar as redes privadas virtuais e ter acesso às trocas de informações que ainda estão sendo feitas sem controle, já que chamadas de telefones fixos ou móveis em território indiano podem ser interceptadas.

Desde o atentado terrorista de Mumbai, em novembro de 2008, o Governo tomou várias medidas para tentar ter um maior controle sobre as comunicações.

A Polícia descobriu que os terroristas usaram telefones via satélite e outros sistemas de comunicação, e parte da imprensa afirmou os chefes do grupo terrorista usou aparelhos BlackBerry.

No conflituoso vale muçulmano da Caxemira, por exemplo, o Governo impôs “por motivos de segurança” em 2009 um bloqueio sobre os cartões de celulares pré-pagos, medida suspensa em janeiro deste ano.

Desde o ataque em Mumbai, que causou a morte de 166 pessoas, o Governo indiano, liderado pelo Partido do Congresso, restringiu também a entrada e estadia de turistas e trabalhadores estrangeiros na Índia, endurecendo sua política de vistos.

Fonte—>>  http://tecnologia.terra.com.br

03 setembro 2010 | 0 Comentário

Rede social da Apple precisa de ajustes

Ping, que tem como base o iTunes e pretende ser uma comunidade de fãs de música, é uma plataforma pouco flexível

A grande  mudança na nova versao do iTunes, anunciada no dia 1/9, transforma o software de gerenciamento de mídia também em uma rede social graças ao novo serviço Ping. Esperava mais da Apple com essa primeira tentativa de construir uma comunidade ao redor do iTunes. Não é totalmente ruim, mas se a Ping não melhorar logo, essa rede social de orientação de músicas vai sucumbir rápido demais.

Claro que o iTunes recebeu uma recauchutada, com uma interface melhor e num novo logo, mas com o Ping saindo do forno junto com o iTunes 10, o software vira mais do que um gerenciador de mídia, oferecendo agora um recurso para descobrir músicas, alimentado por recomendações dos amigos e artistas favoritos. O usuário pode utilizar o Ping para compartilhar álbums e músicas que gostar, mostrar as compras recentes do iTunes e shows que pretende ir.

Para iniciar o Ping é preciso configurar um perfil de usuário (não disponível para contas brasileiras) e então encontrar outras pessoas para seguir, incluindo amigos e artistas. A atividade de todos que o usuário segue é exibida em um feed de atualizações, no qual é possível comentar, “gostar” ou republicar itens para seus seguidores.

Estive testando o Ping só por algumas horas, mas há algumas impressões da nova rede social da Apple que já merecem ser comentadas:

Achar amigos: não é tão fácil
O Ping carece de uma maneira simples para descobrir quem entre seus amigos já está usando o serviço. Não é possível fazer uma integração com o Facebook Connect, com Twitter ou qualquer base de contatos para encontrar as pessoas conhecidas.

Talvez a Apple esteja preocupada com os problemas de privacidade que esse tipo de integração poderia gerar. Importar contatos pode levantar questões como por quanto tempo a Apple guardaria suas informações, onde estão sendo armazenadas, quão seguras são essas práticas de armazenamento e assim por diante.

Mas o Ping realmente precisa de algum tipo de mecanismo de busca que permita às pessoas encontrar mais facilmente (de forma integrada) seus amigos. Quer reunir a galera? A opção é enviar convites por e-mail para cada pessoa.

Ping no  iTunes: não é tão bom
A rede social é integrada diretamente ao iTunes, sem nenhuma alternativa baseada na Web. Isso fez com que o usuário Jason Mauer comentasse no Twitter que o Ping é como ter uma rede social na prisão. Pode ser um pouco agressivo, mas não há dúvida que o Ping é um jardim murado onde pouca informação pode entrar ou sair.

Entretanto, o usuário pode compartilhar informações de álbuns para o Facebook e Twitter, da mesma maneira  que é feito no iTunes Store. Mas com o Ping tão fechado dentro do iTunes ao invés de um browser, tenho que imagingar quantas pessoas serão usuários frequentes do Ping…

Privacidade: bom
As configurações  de privacidade são muito diretas, com três opções muito simples. A conta pode ser pública, ou seja, todos podem seguir o usuário e ter acesso a todas as atividades do iTunes incluindo os álbuns recomendados, comentários e compras no iTunes. Se isso for exposição demais, o usuário pode autorizar quem vai segui-lo, mas informações como nome, foto e em que cidade vive serão públicas. Agora, se o caso for privacidade máxima, é possível trancar todo o perfil do Ping para que ninguém veja ou encontre o usuário no iTunes, mas ainda há a possibilidade de seguir outros usuários.

Compartilhamento interno: muito bom
Na rede social, é possível fazer comentários nas atividades do iTunes de outras pessoas, assim como ver quais álbuns e músicas foram compradas. O Ping também exibe as compras no iTunes. Se o usuário descobrir músicas através de outras pessoas que segue, ele pode republicar essas músicas no feed para que o resto dos seguidores possa ver.

Até o momento, o Ping é somente para músicas, então não é possível “gostar” de vídeos, podcasts, audiobooks ou aplicativos móveis. No entanto, considerando que o iTunes tem o objetivo de fazer com que o usuário descubra conteúdos e faça as compras na iTunes Store, é provável que o foco do Ping seja expandido ao passar do tempo. Seria interessante também se o usuário pudesse compartilhar álbuns e músicas armazenadas na biblioteca de músicas pessoal.

Outra coisa que é importante ressaltar é que o Ping é um serviço diferenciado no âmbito que há dois tipos de usuários: artistas e consumidores. Se você é um usuário comum, não é possível enviar conteúdos, como fotos e vídeos dos shows que possa ter ido.

Aprovação de foto: muito estranha
Ao entrar no Ping, há a opção para inserir uma foto de profile, mas ela não vai ser exibida imediatamente. Por alguma razão, a Apple diz que tem que aprovar a foto do perfil. Presumo que a Apple faça isso no caso do usuário tentar postar algo que a companhia considere obsceno ou que infrinja direitos autorais.

Talvez, e isso é só uma suposição, como o Ping está dentro do iTunes, a Apple precisa se responsabilizar mais pelas atividades dos usuários do que teria se fosse em um site separado. Independentemente da razão, fico imaginando se aprovar cada foto de usuário não é uma via sacra por parte da Apple.

De forma geral, o Ping é um serviço interessante, contudo não é nada de espetacular. Se eu tivesse que adivinhar a adoção dos usuários da Ping, diria que não seria alta. É uma ferramenta boa, mas não tem a flexibilidade de compartilhamento que outras redes sociais possuem, como o Twitter ou o Facebook.

Fonte—–>>> http://macworldbrasil.uol.com.br

02 setembro 2010 | 0 Comentário

Ping. Apple quer morder o bolo do Facebook. Será que Pode?

A Apple anunciou ontem uma nova rede social baseada em música. Ping chega com iTunes 10

O que é que os seus amigos andam a ouvir? A Apple responde à pergunta com o Ping. Steve Jobs, o líder da empresa, diz que esta será uma rede onde “o Twitter encontra o Facebook e o iTunes“, mas no fundo é mais uma mistura de last.fm e Facebook. O Ping virá incluído no iTunes 10, a versão do media player lançada ontem, onde o CD desaparece do logótipo “porque a venda de músicas digitais ultrapassa já as vendas em CD”, justifica Jobs na conferência transmitida a partir de S. Francisco, nos EUA.

Os 160 milhões de utilizadores do iTunes (contando apenas os que têm cartões de crédito registados) são agora convidados a criar um perfil e partilhar os seus estados, vídeos e fotografias, mesmo que não estejam directamente ligados com música. O serviço mostra-lhe também um top com as dez músicas mais ouvidas pelo seu círculo de amigos, bem como uma lista de concertos, muito semelhante aos eventos do Facebook, onde pode dizer ao mundo que vai assistir a um espectáculo.

Jobs anunciou também a renovação completa da linha de iPods. O iPod Shuffle – o mais pequeno de sempre – volta à forma quadrangular e o nano ganha um ecrã multitoque. A maior modificação chega ao iPod Touch, que agora é mais fino e ganha as funcionalidades do último iPhone: uma câmara HD atrás e o “Retina display”, bem como uma câmara frontal para fazer chamadas de vídeo entre iPods e iPhones em locais que tenham rede wireless. O iPad irá receber funcionalidades multitarefa em Novembro com o iOS 4.2, o sistema operativo dos dispositivos móveis Apple.

A nova geração da Apple TV foi também ontem anunciada. Os filmes e séries passam a ser alugados, mas não estão disponíveis em Portugal devido aos direitos de utilização.

Marco Dinis Santos
http://www.ionline.pt

02 setembro 2010 | 0 Comentário

Empreendedorismo e Aplicações Móveis – uma trilogia de podcasts

A um tempo atrás eu postei aqui um resumo sobre o primeiro podcast da série sobre empreendedorismo e aplicações móveis pois bem, passaram-se algumas semanas e mais outros dois podcasts foram públicados completando assim a trilogia sobre o tema. Então, vou fazer nesse post um resumão sobre cada episódio e colocar o link também para vocês poderem escutar! =)

Episódio 1: Participação da Nokia, com Daniel Rocha e Izabel Zanforlin

Esse primeiro episódio foi inclusive uma espécie de “piloto”, afinal eu nunca havia feito um podcast e nunca havia editado uma música ou algum tipo de audio. Mas, vamos lá! Depois de comprar um plugin do Skype que me permitia gravar a conversa, fomos a gravação. Tudo correu muito bem, com uma boa (e talvez ótima) qualidade de áudio, em um formato bem informal.
O tema central da conversa foi a loja Ovi onde o desenvolvedor pode vender facilmente seus aplicativos, inclusive, algumas novidade a respeito de publicação das aplicações foram contadas no podcast! E lembrando, a Nokia é a fabricante com o maior market share (total e de smartphones) do mundo!!

Episódio 2: Participação da Motorola, com Guilherme Frenhani

No segundo episódio foi a vez da Motorola falar sobre a sua recém-lançada Shop4Apps, uma loja de aplicativos que está disponível no Brasil, Argentina, China e outros países da América Latina. E o diferencial dessa loja é que ela possui cadastro gratuito e já permite que os desenvolvedores brasileiros vendam suas aplicações, mas claro, somente para aparelhos Motorola. Além disso, ele também falou sobre o programa Motodev, que auxilia os desenvolvedores e também da ferramenta Motodev Studio, que traz facilitadores para o desenvolvimento de aplicações Android.

Episódio 3: Participação do Alexandre Gomes

Para encerrar essa trilogia, procurei mudar um pouco o formato e trazer uma pessoa que é empreendedora por natureza, Alexandre Gomes (@alegomes), e a tônica da conversa foi sobre o novo modelo de negócio que as empresas DEVEM ter. Também falamos de formas de financiamento, dicas de leitura, o jogo do negócio sustentável e muitos outros assuntos que motivam qualquer pessoa a iniciar o seu empreendimento!! ;-)

Próximos podcasts

Agora que essa série se encerrou, ainda estou pensando sobre o que vou falar nas próximas edições. Se você tem uma idéia, sugestão de entrevista ou dúvida, mande aqui ou no http://blog.netomarin.com que vamos ver se é possível atender!

Se quiser ver toda a série de posdcasts, basta acessar a categoria de podcasts ou se tiver iTunes você também pode assinar o Podcast e baixar sempre que um novo episódio for publicado (quinzenalmente) através do link http://feeds.feedburner.com/NetoMarinBlogPodcast.

Obrigado!!
Abraços
Neto Marinhttp://blog.globalcode.com.br

02 setembro 2010 | 0 Comentário

Vagas TI

Cargo: Arquiteto de Software Sr.

Aos interessados, favor encaminhar currículo para dsouza@cathoconsultoria.com.br

Localidade: Brasília

Salário: R$ 7.500,00.

Formação: Superior completo na área de TI.

Conhecimentos: Java; J2EE; Struts; Hibernate; JBoss; SQL; UML; POO; Rup.

Cargo: Administrador de Sistemas

Aos interessados, favor encaminhar currículo para dsouza@cathoconsultoria.com.br

Localidade: Brasília

Salário: R$ 4.000,00 a 4.300,00 + Vale Refeição (15,00) + Vale
Transporte + Plano de Saúde Familiar.

Formação: Formação completa em TI.

Conhecimentos: Suporte a ambiente UNIX (preferência AIX), com
conhecimentos em ORACLE 10.x, PL/SQL e XML; bons conhecimentos em
redes (TCP IP, VPN, HTTP, SSL, CISCO) e Java; Active Directory,
Apache, Tomcat, Arquitetura Web, Javascript, Python e Tivoli (IBM).

Ricardo Franco Custodio
IBM Certified SOA Associate
IBM Certified SOA Solution Designer
IBM Certified Specialist – Software Quality
IBM Certified Solution Designer – Rational Unified Process

Abraços
Wilson Trindade

02 setembro 2010 | 0 Comentário

Facebook consegue nova patente sobre comportamentos de busca

Apresentar resultados de busca baseados em comportamentos nas redes sociais é a nova onda nas mídias online. Agora o Facebook quer chamar essa ideia de sua. A maior rede social do mundo acaba de conseguir uma patente que lhe dá a posse de um certo tipo de algoritmo de busca, baseado nos interesses e cliques de amigos de um usuário, ou de amigos de seus amigos.

A patente é para “classificar resultados de busca com base na frequência de cliques nos links de outros membros de uma rede social, dentro de um grau de separação determinado”.

Ela inform a que os resultados da busca – tanto os links patrocinados quanto os da busca orgânica – são gerados como resposta de uma query e têm suas posições definidas pela quantidade e frequência de cliques que recebem, conta o site Mashable.

A patente ainda fornecerá dados que poderão mostrar se os usuários clicam, compram, assistem ou se comportam da mesma maneira que seus amigos e colegas.

Sabe-se que a ferramenta de busca do Facebook é uma prioridade da empresa desde que o site foi reestruturado, no começo do ano, quando sua barra ganhou uma nova – e destacada – posição, entre outros upgrades que melhoraram a experiência de busca na rede.

Fonte—>>  http://tecnologia.terra.com.br

02 setembro 2010 | 0 Comentário

‘Videogame brasileiro’ ganha teclado e acesso limitado à internet

Zeebo é relançado como plataforma de educação.
Aparelho chega ao mercado custando R$ 300.

O Zeebo, videogame voltado para países em desenvolvimento, tenta uma segunda chance no mercado brasileiro. O console que se conectava na rede 3G para comprar jogos por meio de download agora utiliza a conexão para que os usuários naveguem na internet e acessem conteúdo educativo.

Com a mudança de foco, o Zeebo agora possui um teclado (vendido no pacote com o videogame) e um browser próprio, que permite uma navegação segura. O aparelho chega às lojas de todo o Brasil nas próximas semanas pelo preço de R$ 300.

“O Zeebo foi lançado no Brasil [em 2009] como um videogame para brigar com os grandes”, disse Brett Bissell, vice-presidente geral da Zeebo Brasil. “No México, lançamos o aparelho como uma plataforma de educação e de internet. Como lá deu certo, estamos trazendo esse modelo para o país, para que toda a família possa se divertir e aprender junta”.

O discurso do executivo apresenta um tom mais humilde comparado com o que foi utilizado na apresentação oficial do Zeebo há dois anos. Na época, o console chegou como a quarta plataforma ao lado do Xbox 360, PlayStation 3 e Wii, com títulos com força para concorrer diretamente com o PlayStation 2.

Em 2010, com a mudança de foco, o Zeebo apresenta três categorias: jogos, acesso à internet e educação. O destaque da empresa Zeebo Brasil é a possibilidade de oferecer internet para todos os donos do console sem a necessidade de modem especial, acesso à banda larga, pagamento de mensalidade ou contrato. O videogame, por acessar a rede 3G, permitirá uma navegação segura em sites predeterminados.

São 12 categorias que apresentam 50 endereços, inclusive o G1, o que, segundo Bissel, garante a tranquilidade dos pais quem tem filhos que navegam na internet. “Assim, os pais não precisam ficar preocupados com os conteúdos acessados pelas crianças, pois a navegação é segura e limpa”. Endereços que não estão entre os 50 disponíveis têm acesso bloqueado. Os usuários, no entanto, podem enviar sugestões de URLs que serão analisadas pela Zeebo Brasil e habilitadas. O tempo para o serviço não foi divulgado pelo executivo.

O acesso à internet utiliza Z Credits, créditos adquiridos via cartão de crédito, boleto bancário ou cartão pré-pago disponível em 80 mil pontos de venda no país. São três pacotes de acesso que começam com R$ 3,90 (2 horas), R$ 5,90 (4 horas) e R$ 7,90 (6 horas). “O tempo de uso é descontado apenas durante o download. Quando os dados terminam de ser baixados, o tempo para, fazendo com que duas horas de uso durem por muito tempo”, afirma Bissel.

O Zebbo terá acesso às redes sociais Facebook, Twitter, MySpace, Gmail e Gtalk em um aplicativo chamado de Z-Social. Nele será possível atualizar status dos sites e ainda conversar com outros usuários.

O novo sistema do Zeebo, que oferece acesso à internet e a conteúdo educativo, será baixado automaticamente e sem custo por meio da rede 3G para quem já possui o videogame. Além disso, a empresa enviará o teclado e o novo controle para games gratuitamente para os usuários. Para isso, é necessário entrar em contato com a Zeebo Brasil pelo site oficial até o dia 13 de setembro.

O console também conteúdo educacional. Os usuários terão acesso a canais de pesquisa, bibliotecas, dicionários e jogos educacionais. A Zeebo Brasil fechou parceria com a Maurício de Souza Produções para desenvolver títulos com a Turma da Mônica.

Jogos e educação
Embora o Zeebo tenha se voltado para a educação, os jogos não foram esquecidos. O console tem 40 títulos disponíveis e a previsão é de mais 20 entrem no catálogo até o final do ano. Eles custam até R$ 30 e são comprados por meio da loja virtual do console, acessada pela rede 3G.

O controle antigo, com um formato similar ao Classic Controller, do Wii, foi aposentado, apresentando um mais moderno chamado de Dragon. Ele se adapta melhor na mão e permite jogar games com maior precisão

O controle sensível a movimentos so Zeebo não foi esquecido. “Um dos nossos destaques para captar um público mais casual é o controle sensível a movimentos Boomerang, que possui 10 títulos”, diz bissel “O Zeebo é uma plataforma para a família e, por isso, nossos jogos são mais apropriados para crianças e pais”.

Ainda, para tentar atrair este público casual, o Zeebo apresenta os Zeeboids, personagens similares aos Miis, do Wii, que “participam” de alguns games. “O Zeebo é focado na classe econômica C e acreditamos que estes elementos atrairão este público”.

O Zeebo conta com uma produtora própria em Campinas, no interior de São Paulo, que produz games para o aparelho, além de parceiras que lançam seus títulos com periodicamente. Entretanto, John Rizzo, CEO da Zeebo Inc. diz que a plataforma de criação do videogame é aberta, facilitando qualquer empresa interessada em produzir para o Zeebo.

Buscando atrair consumidores nos mercados em desenvolvimento, a empresa Zeebo Inc. foca esforços no BRIC ( grupo de países que inclui Brasil, Rússia, Índia e China). Com isso, ela tem planos de lançar o Zeebo em 2011 na Índia e na China.

Fonte—–>> http://g1.globo.com

02 setembro 2010 | 0 Comentário

Falha no Orkut permitiu roubo de comunidades durante fim de semana

Grupos foram excluídos por seus donos para evitar ataque.
Transferências de comunidades foram bloqueadas pelo Google.

Uma vulnerabilidade no Orkut permitiu o roubo de comunidades por usuários mal-intencionados no último fim de semana. A brecha estava em uma página do site que permitia a transferência instantânea de uma comunidade de um perfil para outro, sem a necessidade de qualquer ação por parte do dono verdadeiro da comunidade.

Alguns proprietários, temendo serem roubados sem poder fazer nada a respeito, excluíram suas comunidades. A exclusão voluntária dos espaços levou alguns internautas a acreditarem que havia um problema que fazia comunidades sumirem. Um tópico sobre o assunto no site de suporte tem mais de 500 respostas.

O Orkut, rede social mais popular no Brasil, excluiu os perfis de vários usuários que realizaram os roubos, retornando as comunidades aos seus verdadeiros donos. As comunidades excluídas estão sendo restauradas e transferências de comunidades estão bloqueadas.

Procurados pelo G1, a equipe de segurança do Google e o Google Brasil não se pronunciou até o fechamento da reportagem.

O usuário Sérgio – ele não revelou o sobrenome – é dono da comunidade Super Liga de Moderadores, que discute questões pertinentes a proprietários de comunidades do Orkut. Ele explica que o sistema de coproprietários, criado para evitar esse tipo de problema, não foi suficiente para conter os roubos.

“Embora o Orkut tenha criado os coproprietários para que cada dono recupere sua comunidade sem ajuda qualquer do suporte, esse sistema também possui falhas que possibilitam o cancelamento dos links de titularidades”, explica. Ainda de acordo com Sérgio, o suporte foi rápido para atender as solicitações dos usuários.

O estudante Rodrigo Lacerda encontrou as informações técnicas da brecha divulgadas no próprio Orkut. Lacerda não quis explorar e muito menos testar o problema, porque o Google está punindo severamente usuários envolvidos em ataques ao Orkut. “Só de fazer um teste, o perfil já é deletado”, afirma o estudante.

Segundo os dados encontrados por Lacerda, uma página do Orkut, responsável por realizar transferências, não verifica as informações enviadas pelo navegador. Basta especificar os dados (a comunidade a ser transferida) para que a página realize a transferência.

Fonte——>>  http://g1.globo.com

01 setembro 2010 | 0 Comentário

O Facebook vai dominar a web

Poucas pessoas estão acompanhando de perto a transformação que está por acontecer na internet e nas redes sociais. Prova disso foi um evento que aconteceu em Palo Alto, na Califórnia. Batizado como F8, foi destinado a desenvolvedores e parceiros do Facebook. Para os privilegiados que puderam estar lá, o CEO do Facebook Mark Zuckenberg apresentou mais uma e, talvez, a grande novidade de sua empresa para os próximos anos: uma série de ferramentas que ajudarão o Facebook a dominar a internet nos próximos anos. A mensagem do evento foi simples: “queremos tornar o Facebook sinônimo da Web”. Sem dúvida, internautas do mundo inteiro serão impactados pelos resultados desta reunião.

Não é novidade para ninguém o poder excepcional que essa rede social exerce em quase todos os países nos quais está presente. No Brasil, ele ainda está longe do líder Orkut, mas cresce a passos largos. Com mais de 500 milhões de usuários cadastrados e um número ainda maior de usuários únicos a cada mês (isso é possível, pois boa parte das páginas podem ser vistas sem ser cadastrado no site), a liderança do Facebook entre as redes sociais é inquestionável e, recentemente, o site tornou-se o principal destino na web nos Estados Unidos, superando o todo poderoso Google. Ainda mais imponente é a rapidez com que o Facebook está se espalhando nos celulares. Enquanto a rede social levou cinco anos para atingir 100 milhões de usuários na internet, levou apenas três anos para atingir o mesmo número nos celulares – hoje conta com mais de 150 milhões de usuários mobile.

Mas por que o Facebook é diferente?

Apesar dos números incríveis, o Facebook poderia ser mais um caso de site que obtém sucesso rápido para pouco depois cair no esquecimento. A internet está cheia de casos como esses – Altavista, Lycos, Geocities são apenas alguns dos exemplos mais conhecidos de empresas que estiveram na liderança por algum tempo, mas não conseguiram se manter nessa posição. Com a concorrência feroz, mesmo os líderes invejáveis, como a Microsoft, não conseguiram grande sucesso (apesar do MSN e Messenger terem grandes audiências, a empresa perde cada vez mais dinheiro nessa área) e, Yahoo! e AOL, que realmente lideraram por longos períodos, estão claramente num caminho declinante.

O que torna o Facebook diferente da grande maioria das empresas é sua capacidade de enxergar à frente dos outros, definir a estratégia de forma brilhante e executar ainda mais efetivamente. Em outras palavras, o crescimento e a busca por patamares cada vez mais altos são resultado de uma visão estratégica fantástica e de execução a altura. Com exceção do Google, é difícil citar outra empresa que tenha acertado tantas vezes na definição de prioridades e tenha implementado essas prioridades de forma tão impecável.

Mark Zuckenberg, apesar de várias críticas (e processos judiciais) que pesam sobre si, sempre teve uma visão extremamente clara do seu objetivo: conectar pessoas da forma mais eficiente possível por meio  da internet. Nada pode detê-lo – nem seus concorrentes, nem seus sócios (desde a fundação várias brigas e mudanças na sociedade ocorreram), e nem os costumes e normas vigentes (desde sua primeira “violação” de normas em Harvard, antes do lançamento do site, até seu descaso com as normas atuais de privacidade). Para o CEO do Facebook, o futuro é das redes e de um planeta sem privacidade.
Apesar de ter começado bem atrás de seus concorrentes em termos de usuários, o Facebook inovou diversas vezes e foi atropelando um por um dos seus concorrentes nos Estados Unidos e no mundo – Friendster, MySpace, Beboo foram alguns que ficaram pelo caminho. Além da interface e da navegação mais simples do Facebook, sua estratégia de ser uma plataforma para a qual outros desenvolvedores podem contribuir através de aplicativos foi definitiva para atingir a atual liderança. Alguns percalços aconteceram ao longo do caminho – como o lançamento do seu programa de publicidade Beacon, que ignorava completamente a privacidade de seus usuários. Rapidamente , a empresa voltou para a rota certa e continuou desafiando limites de crescimento.

Entre todas as tacadas de Zuckenberg, talvez a mais brilhante tenha sido seduzir para trabalhar com ele Sheryl Sandberg – que era na época vice-presidente de operações e vendas online do Google e havia sido chefe de gabinete do Ministro da Economia dos Estados Unidos. Sheryl é uma executiva única que reúne uma visão estratégica ímpar com uma execução impecável. Nos seus anos de Google, criou e implementou a estratégia de vendas para pequenas empresas no mundo inteiro – que no seu auge chegou a representar mais da metade da receita do grupo e um terço de funcionários. Sheryl trouxe, além de todo seu conhecimento do Google, um time de executivos que elevou o potencial do Facebook a um novo patamar.

O futuro chegou

O lançamento ocorrido em maio pode parecer um detalhe bastante simples para um usuário comum. Sua aplicação mais imediata, que já pode ser vista em sites como Yelp, IMDb ou CNN (inclusive no Terra, no Brasil) é uma caixa no canto da página que diz quais dos seus amigos gostaram daquela página ou notícia. Isso é feito através de um botão “Like” incluído nesses lugares. A atividade registrada com os cliques nesses botões será tratada como “feeds” no seu perfil e de seus amigos no Facebook. Além disso, você poderá receber sugestões baseadas no que seus amigos estão fazendo pela Web.

Para editores de conteúdo essa novidade é muito interessante. Ela torna muito facilmente qualquer site numa experiência social e personalizada. Não é interessante ver quais artigos da CNN meus amigos leram e gostaram? Além disso, essa vinculação com o Facebook deve gerar mais tráfego para aqueles sites que adotarem a novidade – qualquer conteúdo marcado como interessante por um usuário será apresentado para todos seus amigos – multiplique isso por 500 milhões! Mais um dos lançamentos do dia foi uma forma de categorizar conteúdos – seja uma página sobre um filme, uma música e até de um time de futebol – de forma que ao clicar no botão “Like” esse interesse será adicionado ao perfil do usuário no Facebook.

Em outras palavras, a partir de agora, todo conteúdo na web pode ser e será social. Qualquer página com um simples texto torna-se automaticamente social e personalizada. E, com o alcance que o Facebook tem, seria um suicídio virtual um site não querer participar disso.

É verdade que no momento do lançamento já surgiram gritos de pessoas nervosas com a diminuição imediata da privacidade que todo esse movimento trará, já que tudo que alguém faz na internet será visto por seus amigos e talvez por várias outras pessoas também. E os controles de privacidade – é verdade, eles existem – são tão complexos e variados que um usuário médio não sabe nem por onde começar a tomar controle de seus dados. Essa continua sendo a principal crítica ao site e se fortalece a cada nova ferramenta lançada.

O que Mark e sua turma estão criando, efetivamente, com essas novidades é um sistema operacional da web – em que tudo é definido e centralizado no Facebook. Logo, um usuário que não tiver uma conta nessa rede social terá uma experiência de navegação tão inferior quanto uma pessoa que comprava um computador que não tinha Windows. Com esses recursos, a empresa fica numa posição muito confortável para atropelar qualquer rede concorrente.

Um ótimo exemplo dessa força para enfrentar potenciais concorrentes foi o lançamento do Facebook Places. Esse serviço, que permite a divulgação para seus amigos da sua localização imediata (check-in) concorre diretamente com o Foursquare – rede social de geolocalização que havia se tornado a maior febre nos Estados Unidos desde o Twitter. Se a nova rede sucumbirá ao poderio incomparável do Facebook não se sabe, mas com certeza concorrer com uma empresa que tem 500 milhões de usuários e milhares de anunciantes parece uma tarefa árdua.

Em pouco tempo, teremos uma nova transformação tão representativa que irá transformar a forma como nos relacionamos com os amigos, compramos produtos, trocamos conhecimento e até como revelamos nossa localização. O Facebook estará, com certeza, à frente desta revolução. A internet tem um novo líder.

Fonte—->> http://tudoglobal.com